Em vez dos habituais sacos do lixo, decidimos munir os nossos caloiros e paraquedistas de cartazes postos ao pescoço com denominações muito interessantes. Até zona de fumadores tínhamos! Estávamos preparados para tudo no fundo.
A noite começou com as guitarradas do costume, desta vez contando com a interacção dos escuteiros e com a participação muito especial do Senhor Castanha, uma castanha gigante, que andava a circular pelo recinto do festival, espalhando a "magia" do magusto e do São Martinho que se avizinhava.
De referir já agora os parabéns à organização, que muito se esforçou para melhorar as condições do festival em relação às do ano passado, e com muito sucesso o conseguiram, com um melhor acolhimento geral às tunas e a quem as foi ver tocar e cantar.
Intercaladas, com sessões de bingo espectaculares, foram decorrendo as actuações. A ForTuna foi a primeira a actuar, seguindo-se Tuna Económicas, a Tunatla e a Tuna Médica. As deliberações do júri foram:
Melhor Estandarte – Tuna Económicas
Melhor Serenata - ForTuna
Melhor Solista – Tuna Médica de Lisboa
Melhor Pandeireta – Tuna Económicas
Melhor Instrumental – Tuna Médica de Lisboa
Tuna Mais Tuna - Tunatla
2ª Melhor Tuna – Tuna Económicas
Melhor Tuna – Tuna Médica de Lisboa
A nossa serenata, "Jura", de Rui Veloso, acabou por ter uma dedicação especial a uma senhora pequena mas muito querida na nossa tuna. No fundo dissemos isso só para ver se o júri simpatizava connosco.. De nada, Ritinha!
Fazia frio mas o convívio foi cá fora, com as barraquinhas de imperial cheias do habitual trânsito tunante nestas ocasiões. Foi mais um festival, mais um bom convívio, mais um momento especial para a ForTuna!
Somos ForTuna e não paramos!


